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MOELAS COM AÇUCAR
terça-feira, fevereiro 17, 2004
 
TAGV

Tive hoje o prazer de ver o filme "Ellephant" no Teatro Académico Gil Vicente. Para quem não conhece, fica em Coimbra, cidade de fado, estudantes e bêbados (talvez aqui dois substantivos indiquem a mesma coisa, e fado não é nenhum deles). Este teatro também é conhecido por receber todas as semanas grandes concentrações de jovens admiradores do bloco de esquerda. Isto até nem é nada de especial, como muitos de vocês sabem "Eles andam por aí!". Mas o que me leva a escrever sobre este afamado teatro? É que por acaso, a meio do filme, aparece o normal intervalo. Tudo porreiro, o normal telefonema ao pai a dizer que está tudo bem e o também normal (nestas circunstâncias como é óbvio) grupo de gente a fumar algo mais orgânico do que tabaco puro. O estranho foi no regresso à sala, onde noto juntamente com a minha namorada, que existe fumo no ar! Mas ninguém ali estavaa a fumar! Foi aí que se se fez luz no meu cérebro! Descobri a razão pela qual os futuros membros do bloco canhoto lá se encontram todas as semanas! Sim, porque apesar da sala estar cheia, de estarem presentes centenas de pessoas, todas elas falavam como grandes amigos em mais uma reunião familiar. A razão meus caros é a seguinte: As ditas brocas são colocadas no sistema de ar condicionado proporcionando assim uma "pedrada" geral. Haverá melhor sítio para passar as noites de segunda do quer a ver um filme intelectual, rodeado de amigos e todos com uma grande moca, ainda por cima grátis? Eu por acaso até acho que há, mas isso sou eu. No entretanto admito a diferença.

Com este novo conhecimento espero que aumentem a vossa cultura cinematográfica juntamente com a dilatação das vossas pupilas. Divirtam-se.

AL

PS - Espero que o título do filme esteja bem escrito, é que não tive tempo de o ler porque quando cheguei já o filme decorria. Para cúmulo, a página do sapo iinformativa não abre. Coisas da vida.
segunda-feira, fevereiro 16, 2004
 
EU CONTRA TI

Sou daquelas pessoas que primeiro vê, e depois dá a opinião. Por isso guardei o meu início de serão de hoje para ver o “Um Contra Todos”. Devo dizer que fiquei encantado, não com a falta de originalidade do programa, não com aquelas luzes todas que até ofuscam um ceguinho, não com o ridículo grau de dificuldade das perguntas, não com a quantidade de lorpas que falharam essas mesmas perguntas mas sim com o evidente erro de casting que escolheu José Carlos Malato para apresentador do concurso. Queria aqui recordar uma fase do programa pra ilustrar a minha opinião:

Pergunta: Onde nasceu Plácido Domingo?
Respostas: a)Inglaterra b)Holanda c)Espanha

Concorrente: É a Espanha
JCM: Então e porque é diz que é a Espanha?
Concorrente: Hummm..haaaa.. Porque acho que é a resposta certa..(?!)...
JCM: Ah, então diz que é a Espanha…portanto quer dizer que gosta de Espanha?
Concorrente (com ar de “nhééé"): Haaa?!..Quer dizer…Não necessariamente..

A sessão de perguntas que nos levam a questionar a capacidade de José Carlos Malato para apertar os cordões dos próprios sapatos, quanto mais de apresentar um programa, continua mas acho que a ideia ficou clara.
Se juntarmos a demência do programa de hoje à palhaçada apresentada por ele e por mais duas moçoilas nas tardes da RTP1, acho que temos matéria suficiente pra uma escuta telefónica ao seu telemóvel e posterior prisão preventiva afim de prevenir que ele arruíne definitivamente a imagem que criou nas saudosas manhãs da Comercial.

P.S. – Um dos concorrentes da bancada falhou a resposta à pergunta citada.. Parece que estou a ver o Plácido a cantar uma ópera (não sei se é assim que se chama) num qualquer coffee shop de Amsterdão com a sua broca na mão…kieeeeeero ficaaaaar Hiiiiigh!!!!!! DC

feedback para aqui!!